quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Vitamina D: Saiba tudo sobre!

Vitamina D é o nome dado a um grupo de vários compostos lipossolúveis que são considerados nutrientes essenciais para o corpo. A fórmula estrutural química dessas substâncias tem o composto orgânico tóxico isopreno como unidade fundamental, e se formam a partir de uma variação do colesterol.

As principais formas nas quais a Vitamina D pode ser encontrada são a Vitamina D₂ (ergocalciferol) e a vitamina D₃ (colecalciferol). Enquanto o ergocalciferol é de origem vegetal e pode ser produzido comercialmente através da irradiação de substâncias presentes em leveduras e plantas, o colecalciferol é de origem animal e se forma, no caso dos seres humanos, através da interação entre raios ultravioleta e colesteróis que existem nas camadas superficiais da pele.

Vitamina D: Para que serve?

A Vitamina D exerce inúmeras funções no corpo humano e a importância da mesma faz com que sua ausência seja rapidamente sentida em uma variedade de sistemas.

Como um hormônio cuja principal função é regular a quantidade de fósforo e cálcio em nosso organismo, aumentando assim a absorção desses sais minerais pelo intestino, a vitamina D é fundamental no que diz respeito à saúde de nossos ossos e força muscular. Mas isso não é tudo.

As funções do cálcio e o fósforo, regulados pela vitamina D, se aplicam a todos os músculos sem exceção, e o coração é um deles. Essas substâncias influenciam o controle das contrações do músculo cardíaco, sendo importantes para bombear sangue para o corpo.

Além disso, as células que fazem parte do sistema imunológico, a exemplo dos linfócitos, os mesmos têm alguns receptores para a vitamina D, que atua no fortalecimento do sistema de defesa e auxilia na prevenção de doenças.

A vitamina D também vem sendo usada como uma ferramenta experimental para combater doenças autoimunes, pois acredita-se que essa substância poderia inibir de forma seletiva a reação autodestrutiva do organismo nesses casos.

Estudos iniciais já indicam que talvez a vitamina D poderia auxiliar na prevenção de alguns tipos de câncer, tendo em vista a sua atuação no processo de diferenciação celular, que poderia até mesmo evitar o aparecimento de células cancerosas.

Doenças causadas pela falta de Vitamina D

Há inúmeras doenças comumente associadas à deficiência de Vitamina D, que vão desde questões mais diretamente relacionadas à fragilidade óssea e fraqueza muscular como o raquitismo e da osteomalácia, até outras doenças com ligações menos óbvias mas que são igualmente preocupantes, a exemplo de obesidade, depressão e câncer.

É importante lembrar que a associação entre a hipovitaminose e essas doenças não diz respeito necessariamente a uma relação de causalidade, mas todas elas podem ser prevenidas ou abrandadas no caso de a pessoa estar com seus níveis adequados da vitamina no organismo.

Vitamina D: como tomar?

Há duas formas comumente reconhecidas através das quais a pessoa pode melhorar os níveis de vitamina D em seu próprio corpo: a exposição moderada aos raios solares, e a inclusão de alimentos apropriados na dieta.

Vitamina D: como tomar? fonte: Freepik.

No que se refere à exposição ao sol, a importância dessa prática reside no fato de que a Vitamina D tem a particularidade de ser produzida pelo nosso próprio organismo através da interação entre a pele e os raios ultravioleta, na forma de um hormônio sintetizado a partir do colesterol (o colecalciferol citado no início deste artigo).

Para evitar a carência da substância, é importante ficar entre 15 a 20 minutos sob o sol por dia. Braços e pernas devem estar expostos, pois a quantidade de vitamina D que será sintetizada graças à interação dos raios solares com a pele é proporcional a quantidade de pele que está sendo exposta.

Se realizada da maneira recomendada por uma pessoa saudável, a exposição solar já fornece quantidades suficientes de Vitamina D para suprir as necessidades diárias.

Como essa prática por si só já consegue proporcionar um nível considerável da substância, é importante também que um profissional da saúde realize uma análise das necessidades do indivíduo, a fim de saber se, no caso específico, essa rotina é suficiente ou se é preciso acompanhá-la com uma alimentação fortificada ou uso de suplementos.

A ingestão de Vitamina D através da alimentação se dá por meio de alimentos ricos em lipídios (gordura), e a substância está presente em uma maior concentração em peixes, derivados do leite como manteiga e queijos gordurosos, e fígado.

Melhor horário para tomar Vitamina D

É recomendado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica, com respaldo no posicionamento da Academia Americana de Dermatologia e de outras entidades internacionais, que a exposição do corpo aos raios solares seja realizada diariamente e de maneira rigorosamente controlada, tendo em mente uma lista de precauções.

Melhor horário para tomar Vitamina D Fonte: Freepik.

Antes de tudo, é necessário evitar a exposição no intervalo entre as 10 da manhã e 3 da tarde, visto que o sol neste período de tempo está mais forte. Agora, quanto aos procedimentos que devem ser tomados na hora de se expôr ao sol, é recomendado o uso de algumas “barreiras” físicas para os raios solares (tais como chapéus, camisetas e guarda-sóis) no momento da exposição, além de (se possível) protetor solar com fator de proteção mínimo de 15.

Especificamente falando do protetor solar, é necessário que ele seja aplicado de forma abundante (aproximadamente 40 mL, ou uma pequena xícara de café, para todo o corpo) cerca de meia hora antes do início da exposição, e repetir a aplicação após duas horas de exposição ou após imersão em água durante dita exposição.

Mesmo tomando sol regularmente e tendo uma dieta balanceada você pode não obter a quantidade necessária de vitamina D que o seu corpo precisa por diferentes fatores. Por isso, a suplementação alimentar pode ser uma boa alternativa para aumentar os níveis de Vitamina D.

Alimentos com Vitamina D

As fontes de vitamina D encontradas na alimentação do dia a dia são as comidas gordurosas no geral. Esses alimentos apresentam variadas quantidades de ambas as formas do nutriente — vitamina D₂ e vitamina D₃ — e a ingestão dos mesmos deve ser feita de forma complementar à exposição ao sol. A recomendação diária de Vitamina D para uma pessoa adulta é de aproximadamente 600 “unidades internacionais” (IUs) do nutriente.

Algumas fontes de vitamina D bastante nutritivas que podem ser adquiridas no mercado vêm nos peixes e demais frutos do mar. Para se ter uma ideia, 100 gramas de salmão enlatado contém aproximadamente 650 IUs de vitamina D, o que é mais que suficiente para suprir as necessidades diárias.

Outros alimentos com um valor de vitamina D considerável em sua composição são gemas de ovo, derivados do leite — em especial queijos das variedades cheddar, suíço e ricota, embora se deva prestar atenção no teor de gordura presente nos mesmos –, carnes de fígado animal e cogumelos cultivados com alta exposição aos raios solares.

Suplemento de Vitamina D

Para reposição de Vitamina D no organismo caso os outros meios de obter o nutriente não estejam sendo suficientes, pode-se recorrer a diversos suplementos que vêm na forma de gomas, cápsulas, comprimidos e óleos.

Suplemento de Vitamina D fonte: Freepik.

Os suplementos podem ser utilizados caso for constatada carência da substância ou como parte do tratamento de algumas doenças. A constatação de carência da Vitamina D ocorre após exame de sangue. Vale lembrar que a suplementação da Vitamina D deve ser realizada apenas mediante orientação médica para o consumo dessas doses extras.

As opções em goma são especialmente interessantes para convencer crianças a realizar a suplementação, graças à facilidade de mastigá-las e aos sabores nos quais elas vêm. O Óleo de Fígado de Bacalhau, que pode ser encontrado na forma líquida e em cápsulas, também é uma boa opção que também é rica em vitamina A e Ômega 3.

Em tratamentos específicos, o médico poderá indicar uma “superdose” de vitamina D, que seria uma quantidade que excede os níveis normalmente orientados.

Nesses casos, o consumo deve ser feito estritamente conforme orientação médica e é preciso observar os níveis de ingestão de cálcio e de líquidos por parte da pessoa, visto que pode ser necessária uma redução no consumo do mineral, acompanhada de um aumento proporcional no consumo dos líquidos.

Qual o nível normal de Vitamina D no sangue?

Valores considerados normais de Vitamina D no sangue pelos médicos é  entre 20 a 30 nanogramas de vitamina D por mililitro (ng/mL) de sangue.

Qual o nível normal de Vitamina D no sangue? Fonte: Freepik.

Segundo posicionamento do Departamento de Metabolismo Ósseo e Mineral da SBEM, as diferentes medidas de Vitamina D presentes no sangue de uma pessoa adulta e seus respectivos significados são:

  • Abaixo de 10 ng/mL equivalem a deficiência, uma quantidade perigosamente baixa que certamente traduzirá em graves doenças relacionadas à falta de mineralização óssea;
  • Entre 10 e 20 ng/mL caracterizam insuficiência, com risco de haver remodelação e possivelmente perda de massa óssea;
  • Entre 20 e 60 ng/mL é o nível ideal, com 30 ng/mL sendo o mínimo recomendado para pessoas pertencentes a grupos de risco como lactantes, gestantes, idosos, pessoas que sofrem de quedas e fraturas recorrentes, pacientes com doenças inflamatórias, osteoporose, raquitismo, hiperparatireoidismo, doenças autoimunes, doenças renais crônica ou síndromes de má absorção (clínicas ou pós-cirúrgicas, como a bariátrica);
  • Entre 60 e 100 ng/mL é acima da dosagem ideal, podendo começar a gerar alguns efeitos negativos;
  • Acima de 100 ng/mL caracteriza superdosagem.

Perguntas Frequentes

Aqui responderemos algumas perguntas frequentes onde as pessoas se indagam sobre a utilidade da Vitamina D, e perguntas que podem estar relacionadas aos tópicos acima também.

Quais os sintomas da falta da vitamina D no corpo?

Como dito no artigo, a Vitamina D tem várias utilidades para o corpo, e claro, a deficiência de Vitamina D acarreta em vários problemas de saúde, obviamente nem todos os sintomas aqui citados são exclusivos de falta de Vitamina D.

Não leve a nossa explanação dos possíveis problemas da deficiência da Vitamina D como um diagnóstico, sempre consulte um médico especializado, e nunca utilize medicações ou suplementos sem avaliação médica. esse aviso obrigatório sendo exposto, vamos seguir o artigo.

Dentre os sintomas de falta de Vitamina D se encontram: fácil suscetibilidade a doenças, fadiga e cansaço recorrentes (sem esforço físico demasiado envolvido), dor nos ossos e nas costas, depressão, dificuldade de cicatrização, perda óssea e perda de cabelo.

[Fonte]

Como saber quando a vitamina D está baixa?

O déficit de vitamina D pode ser comprovado através de exames de sangue próprios para esse meio. De acordo com a OMS, é considerada a insuficiência de Vitamina D quando a concentração se mostra menor que 30 ng/ml (nanogramas por mililitro de sangue). Valores abaixo da amostragem de 10 ng/ml são classificados como insuficiência grave.

[Fonte]

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quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Salada de maionese

Essa receita é super fácil e vai agradar todo mundo no churrasco! Porque no churrasquinho de fim de semana não pode faltar a famosa sacada de maionese, não é mesmo? Nessa versão mais magrinha eu usei uma maionese caseira que fica uma delícia e só vais dois ingredientes. Mas lembrando para comer com moderação sempre!

Comentem aqui embaixo se gostaram, quero saber! 🙂

Imagem: Shutterstock

Salada de maionese
Ingredientes
Instruções de preparação
  1. Em um liquidificador, coloque os ovos cozidos e o creme de leite, tempere com sal e pimenta. Bata tudo até ter consistência de maionese e reserve.
  2. Em um recipiente adicione as batatas, a cenoura, a vagem, o milho e as ervilhas. Tempere com o vinagre, o sal e a pimenta.
  3. Misture a maionese e mexa bem! Sirva gelada.
Notas da Receita

Qualquer troca de ingrediente alterará a receita original e as calorias. É preciso testar e adaptar sua quantidade.



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terça-feira, 11 de agosto de 2020

Alimentos e suplementos com Vitamina D

Em um momento onde muitas pessoas estão forçadas a permanecer em casa, vem se tornando cada vez maior a preocupação sobre como manter os níveis de Vitamina D no corpo de maneira eficaz e saudável.

Tendo em vista a importância da Vitamina D como responsável por regular diversas funções biológicas essenciais, é imprescindível — especialmente em face do cenário atual, onde as alternativas são limitadas — incluir na sua dieta uma boa variedade de alimentos que possam suprir as necessidades diárias dessa substância para manter o seu corpo saudável.

Vitamina D: o que é?

Vitamina D é a nomenclatura geral para um grupo de compostos lipossolúveis que também são nutrientes essenciais para o corpo. Podemos encontrá-la em duas formas: Vitamina D2, também chamada de ergocalciferol, que possui origem vegetal e é obtida apenas através da alimentação; e Vitamina D3 ou colecalciferol, de origem animal, que pode ser sintetizada pelo próprio corpo através do contato entre a radiação ultravioleta e a pele.

Vitamina D: o que é? Fonte: Freepik.

A importância da Vitamina D no corpo humano diz respeito ao seu papel de regular o cálcio no organismo, permitindo sua absorção pelo intestino para que as células funcionem e os ossos e dentes sejam fortalecidos; sem falar na influência exercida por essa vitamina sobre inúmeros aspectos do sistema imunológico.

Alimentos com Vitamina D

Embora o corpo humano seja de fato capaz de sintetizar a Vitamina D apenas por seu contato com a luz solar, é igualmente importante a inclusão, como parte da sua dieta, de alimentos ricos nesses nutrientes.

Alimentos com Vitamina D. Fonte: Freepick.

Importante lembrar também que o consumo de alimentos ricos em Vitamina D deve ser feito de forma complementar à exposição ao sol, não tratado como um substituto.

Peixes

Algumas das fontes de vitamina D mais consistentemente nutritivas que podem ser encontradas no cotidiano são os peixes e demais frutos do mar. Entre os diversos tipos de peixes enlatados que podem ser facilmente comprados no mercado merece destaque o salmão, do qual 100 gramas contêm aproximadamente 650 “unidades internacionais” (IUs) de vitamina D, que seria mais do que a recomendação diária de 600 IUs para uma pessoa adulta.

Outros peixes enlatados que possuem as maiores quantidades de vitamina D são: o atum, do qual 100g conservadas em água fornecem 154 IUs, com uma quantidade ainda maior se estiverem conservadas em óleo, embora enlatados desse último tipo sejam consideravelmente mais gordurosos; e a sardinha, da qual duas latas oferecem 46 IUs.

Gema de Ovo

Além de serem considerados excelentes fontes de proteína, ovos são importantes para suprir a dose diária de vitamina D. Uma gema grande de ovo, por exemplo, tem 37 IUs de vitamina D em sua composição. Apesar de serem associados ao colesterol, os ovos não têm relação alguma com o aumento de risco de problemas cardíacos.

Derivados do Leite

Laticínios no geral são fontes razoáveis de vitamina D, com algumas variedades específicas de queijos fornecendo quantidades mais consideráveis. No entanto, deve-se pesar esse benefício contra o teor de gordura presente em tais alimentos para saber se a inclusão dos mesmos em sua dieta vale a pena.

Os tipos de queijo que mais possuem vitaminam D são o cheddar, suíço e ricota. Uma fatia comum de queijo suíço, por exemplo, contém aproximadamente 6 IUs, além de ser riquíssimo em proteínas e cálcio. Um único copo de ricota, por sua vez, oferece a quantidade de 25 IUs, porém a taxa de gordura elevada presente no mesmo torna necessário o consumo moderado do alimento.

Além dos queijos, o leite reduzido em gorduras pode ser uma excelente fonte de vitamina D. Uma caneca com 200ml de leite enriquecido com vitamina D por si só pode suprir quase metade da quantidade diária recomendada desse nutriente.

Carnes

Carnes bovinas no geral contêm quantidades pequenas de Vitamina D, mas o bife de fígado é particularmente nutritivo nesse quesito, com 100g sendo capaz de prover 42 IUs da substância além de uma quantidade considerável de ferro. Fígado de galinha também pode ser uma fonte de vitamina D, fornecendo um valor aproximado de 6,67 IUs do nutriente a cada 100g.

Cogumelos

Os cogumelos mais ricos em vitamina D, e consequentemente mais benéficos para a saúde, são aqueles cultivados com maior exposição à luz solar a exemplo de: shimeji, shitake, champignon, portobello e funghi. É importante prestar atenção na marca do produto, pois nem todas priorizam o cultivo dessa forma.

Cogumelos são uma opção especialmente interessante para estabilizar os níveis da vitamina no organismo de pessoas que seguem uma dieta vegana, sem consumo de qualquer alimento de origem animal, podendo prover até 400 UI de vitamina D em uma porção de 100g.

Suplementos de Vitamina D

Para a reposição da Vitamina D no organismo caso a alimentação e a exposição à luz solar não sejam suficientes, há uma grande variedade de suplementos alimentares na forma de gomas, cápsulas, comprimidos e óleos, todos eles disponíveis no Nature Center.

Suplementos de Vitamina D. Fonte: Freepik.

As opções em goma, por exemplo, vêm com sabores variados desde blueberry até tutti-frutti, e a facilidade de mastigá-las torna a suplementação uma atividade divertida, principalmente quando se diz respeito às crianças, que normalmente são resistentes a esse tipo de coisa.

Outra inclusão interessante é o Óleo de Fígado de Bacalhau, um dos mais célebres suplementos alimentares da história que pode ser encontrado na forma líquida e em cápsulas. Além de concentrar altas quantidades de vitamina D, esse óleo essencial também é rico em vitamina A e Ômega 3.

Obrigada por acompanhar nosso conteúdo sobre Alimentos e suplementos com Vitamina D. Espero que todas as suas dúvidas sobre as fontes de vitamina D tenham sido sanadas por esse texto. Se quiser saber mais consulte os nossos outros textos sobre vitamina D.

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segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Como substituir o ovo nas receitas

Hoje eu trouxe uma dica super interessante! Sabe aqueles dias que a gente quer fazer uma receita mais lembra que o ovo acabou? Então, você sabia que é possível substituí-los por outros alimentos? É uma opção para os veganos, alérgicos ao ovo ou quem simplesmente quer testar um novo jeito de preparar suas receitas. São opções fáceis de preparar e super saudáveis!

Me contem o que acharam dessa dica, espero que tenham gostado! 🙂



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sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Doenças causadas pela falta de Vitamina D

A importância da Vitamina D para o bem-estar do organismo é algo que muitos de nós subestimavam, mas que se tornou um grande ponto de discussão devido ao momento no qual nos encontramos. Tendo em vista as limitações impostas sobre as formas usuais de repor o nutriente em nossos corpos, é muito mais comum vermos a ocorrência de doenças em face da deficiência de Vitamina D.

A hipovitaminose é nome dado à deficiência de vitaminas no geral, o mesmo se aplica a deficiência de Vitamina D. Baixos níveis de vitamina D pode ocorrer tanto em pessoas que têm tido pouca exposição ao sol, quanto aquelas que ingerem alimentos ricos em lipídios e não possuem uma boa absorção ou tem uma alimentação sem ou com pouca presença de lipídios.

O que é Vitamina D

Vitamina D é o nome pelo qual conhecemos um grupo de compostos lipossolúveis que têm função como nutrientes essenciais para o organismo. Podemos encontrar tais compostos em duas formas: Vitamina D2, também chamada de ergocalciferol, de origem vegetal e na qual a absorção ocorre apenas pela alimentação; e Vitamina D3 ou colecalciferol, de origem animal e que pode ser sintetizada pelo corpo através da exposição da pele aos raios solares.

O que é Vitamina D. Fonte: Freepik.

O papel da Vitamina D no organismo é extenso. Além de atuar como reguladora do cálcio no organismo, permitindo sua absorção pelo intestino para que as células funcionem e os ossos e dentes sejam fortalecidos, exerce considerável influência sobre inúmeros aspectos do sistema imunológico.

Doenças causadas pela falta de Vitamina D

Há uma grande variedade de doenças comumente associadas à baixos níveis de Vitamina D, como depressão, câncer, fraqueza muscular, fraqueza óssea e obesidade.

Doenças causadas pela falta de Vitamina D. Fonte: freepick

Vale lembrar que a associação não implica necessariamente um nexo de causalidade direto entre a deficiência em vitaminas ou hipovitaminose e as doenças listadas, mas estas podem ser prevenidas ou abrandadas caso a pessoa estiver com níveis adequados da vitamina no organismo.

 

Fragilidade Óssea

Doenças relacionadas à fragilidade óssea provocadas em decorrência da falta de vitamina D no organismo se manifestam em diversas formas dependendo da idade na qual a pessoa é acometida pela hipovitaminose: na infância temos o raquitismo, que é felizmente raro na atualidade devido à profusão de alimentos fortificados; em adultos baixíssimos níveis de vitamina D leva à osteomalácia (que é também chamada de raquitismo adulto), caracterizada por dores vagas porém intensas nos ossos e músculos.

Fraqueza Muscular

A hipovitaminose também é associada a fraqueza muscular, o que é especialmente preocupante nos idosos visto que músculos mais fracos tornam mais provável a ocorrência de quedas com repercussões potencialmente graves.

Devido a essas complicações, é comum que a alimentação recomendada para pessoas de idade avançada com a pele sensível demais para passar períodos prolongados sob o sol contenham alimentos ricos em Vitamina D.

Também foi concluído, em um estudo da revista Tech Explorist, que a deficiência de Vitamina D é um fator de risco independente (isto é, um fator que não depende de outras condições para ser considerado) quando se trata de insuficiência cardíaca causada por resistência à insulina.

Câncer e Doenças autoimunes

Quando nos expormos com frequência ao sol garantimos a ter Vitamina D na nossa corrente sanguínea, além de uma dieta balanceada e suplementação adequada têm papel fundamental na prevenção de inúmeras doenças não necessariamente causadas pela deficiência desse nutriente.

Doenças provocadas pela multiplicação anormal das células, tal como o câncer, estão entre aquelas que podem ser prevenidas pela manutenção da quantidade recomendada de Vitamina D no corpo. Ainda sobre isso, deve-se lembrar que a exposição ao sol precisa ser feita com cuidado em horários nos quais o sol está mais brando para evitar a ocorrência de câncer de pele.

A Vitamina D também atua no sistema imunológico e por isso é importantíssima para o tratamento de doenças autoimunes como a artrite reumatoide e a esclerose múltipla.

Doenças cardiorrespiratórias

Nos últimos anos, as ações da vitamina D que vão além de seu papel na estrutura óssea e muscular da pessoa têm sido amplamente estudadas e documentadas. Em inúmeras pesquisas recentes, foi frequentemente constatada uma associação entre a hipovitaminose e um aumento do risco não só cardiovascular, como de hipertensão.

De acordo com o endocrinologista Michael F. Holick, é possível reduzir até pela metade a chance de ter hipertensão, Acidente Vascular Cerebral (AVC), e ataque cardíaco se os níveis de Vitamina D estiverem dentro do recomendável.

Em outras pesquisas, foi também observada uma redução de risco de infecção das vias respiratórias superiores em adultos, a exemplo dos sintomas da gripe H1N1, em indivíduos com níveis de Vitamina D dentro do considerável suprir as demandas do corpo para estar saudável.

Também foi constatado que, nas crianças com diagnósticos prévios de asma houve uma redução de 74% no risco de expressar a forma grave dessa doença ao receberem a suplementação de Vitamina D.

Obesidade

A presença de Vitamina D tem um papel fundamental para regular o funcionamento dos adipócitos, que por sua vez são participantes ativos no processo que sinaliza saciedade — a sensação de que não precisamos de mais comida — ao cérebro. Quando estamos satisfeitos, os adipócitos secretam a leptina, um hormônio diminui nosso apetite e assim nossa ingestão de comida, permitindo que só nos alimentemos da quantidade necessária para manter nossa saúde em dia sem excessos.

A falta de vitamina D atua na ação da leptina que é um inibidor de apetite que também atua controlando o peso corporal. Assim, há uma correlação entre a hipovitaminose e o aumento de peso decorrente do consumo excessivo de comida, que pode inclusive levar à obesidade.

Estudos apontam também que a obesidade dificulta a transformação da vitamina D para sua forma ativa, aquela que de fato desempenha as funções necessárias para o organismo. A combinação desses dois fatores pode inclusive aumentar o risco de doenças ainda mais sérias como a diabetes.

Depressão

O Journal of Post-Acute and Long-Term Care Medicine publicou um uma pesquisa científica que concluiu que a deficiência de vitamina D pode causar um aumento no risco de depressão para diversas faixas etárias, com uma chance 75% maior em pessoas mais velhas.

Embora esse resultado que apontou a relação de causa e consequência entre alimentação e saúde mental seja recente, outras pesquisas científicas já tinham alertado que a deficiência de vitaminas aumenta a chance de se ter problemas de saúde mental.

Como muitas células e tecidos possuem a capacidade de produzir a vitamina D e ela contribui para que vias metabólicas e funções celulares ocorram corretamente, ela é considerada um hormônio multifuncional, segundo médico Roberto Dischinger Miranda (geriatra e cardiologista).

A vitamina D é importante para o funcionamento do cérebro por estimular a geração serotonina, neurotransmissor que atua no humor, sono, temperatura e outros processos do corpo.  Essa atuação da vitamina D explica a sua importância em auxiliar no combate à depressão.

Qual o nível normal de Vitamina D no sangue?

Segundo comunicado recente publicado pela Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML), os valores normais da Vitamina D na corrente sanguínea variam entre 20 a 30 nanogramas por mililitro (ng/mL) de sangue. Quem possui os níveis do nutriente nesse intervalo não necessitam de reposição.

Qual o nível normal de Vitamina D no sangue? Fonte: Freepik.

O posicionamento do Departamento de Metabolismo Ósseo e Mineral da SBEM, outra autoridade no assunto, deixa delimitadas as implicações dos diferentes níveis de Vitamina D no organismo:

  • 20 ng/mL ou superior é a quantidade ideal no que diz respeito à população geral saudável;
  • O intervalo entre 30 e 60 ng/mL é indicado para pacientes com doenças ósseas, hiperparatireoidismo secundário, doenças inflamatórias, doenças autoimunes, grávidas, idosos e afins;
  • Entre 10 e 20 ng/mL são índices considerados abaixo do recomendável, que podem causar a remodelação óssea e, consequentemente, perda de massa óssea, podendo ocasionar ainda doenças ósseas como osteoporose e fraturas;
  • Menos de 10 ng/mL é uma quantidade perigosamente baixa, pois a deficiência de vitamina D pode causar a mineralização óssea, osteomalácia e raquitismo.

 

Esperamos que tenha gostado de conhecer as doenças e implicações que Doenças causadas pela falta de Vitamina D podem causar no corpo humano.

Para mais informações sobre saúde e nutrientes continue acessando o nosso site.

 

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Psicólogo tudo o que você precisa saber sobre este profissional!

Você sabe o que o psicólogo faz? Embora existam muitos estereótipos envolvendo essa profissão, poucas pessoas realmente conhecem o potencial da psicologia. 

A psicologia é uma ciência voltada ao estudo da mente e aos cuidados com a saúde mental e emocional. Mesmo aqueles que não sofrem com nenhum distúrbio psicológico, podem desfrutar de diversos benefícios ao se consultar com um psicólogo. 

Conheça melhor essa profissão, descubra quais são as principais abordagens da psicologia e saiba quando procurar um psicólogo. 

O que o psicólogo faz?

O psicólogo é o profissional que estuda as funções mentais e o comportamento humano. Por meio de métodos científicos, dedica-se a compreender a psiquê e os distúrbios que podem vir a afetá-la, diagnosticando, tratando e prevenindo doenças mentais, distúrbios comportamentais e da personalidade. 

Na prática, o seu trabalho é observar as atitudes dos indivíduos na tentativa de compreender seus mecanismos mentais, para assim ajudá-los a encontrar a causa de seus problemas, em especial de comportamentos inadequados. 

Esses profissionais possuem atuação ampla, envolvendo não só atendimento em consultórios, mas trabalhos em escolas, hospitais, ambientes jurídicos, centros de atendimento, penitenciárias, dentre outros locais. 

O acompanhamento psicológico é indicado para todas as pessoas, inclusive para aquelas que se consideram psicologicamente saudáveis, mas desejam trabalhar desenvolvimento pessoal, por exemplo. Crianças, jovens, adultos e idosos podem, com auxílio desses profissionais, vencer suas limitações e traumas, alcançando uma vida mais leve e feliz. 

A nível de graduação, o psicólogo é formado em psicologia. E, para exercer a sua profissão, deve fazer o seu registro no Conselho Regional de Psicologia. 

Qual a diferença entre Psicólogo e Psiquiatra? 

Você provavelmente já se fez essa pergunta. A primeira diferença é a formação, que fará a distinção do modo de atuação desses profissionais. 

Como vimos, o psicólogo é formado em psicologia. Por outro lado, o psiquiatra é formado em medicina, e deve posteriormente, fazer residência  em psiquiatria em uma instituição reconhecida pelo órgão regulamentador da categoria.

Com isso, enquanto o psicólogo se dedica ao estudo do funcionamento da mente humana e sua relação com o comportamento, o psiquiatra é especialista em aspectos biológicos do adoecimento, por isso, geralmente entra com intervenção medicamentosa. 

O primeiro atua de maneira psicoeducativa a partir da compreensão da interação do organismo com o ambiente, o último estuda os processos químicos envolvidos nessa relação. 

Principais abordagens

A psicologia se divide em diversas vertentes, o que pode acabar tornando o processo de escolha complicada para aqueles que buscam atendimento clínico. Descreveremos aspectos básicos sobre as abordagens mais comuns a seguir. 

Psicanálise

Provavelmente a mais conhecida. A psicanálise tem como precursor Freud, que começou seus estudos utilizando a hipnose para tratar os seus pacientes. 

Essa é, sem dúvidas, uma das abordagens mais estudadas na graduação, e se baseia principalmente no processo de autoconhecimento com base na associação livre.  

Behaviorismo

Mais conhecido como Comportamentalismo, o Behaviorismo tem como foco de estudo o comportamento humano e a maneira como estímulos externos o influenciam. 

Gestalt

A Gestald é chamada Psicologia da Boa Forma, e se baseia na busca por motivos lógicos que podem explicar condições psicológicas. Para essa vertente, os fenômenos são uma totalidade organizada, constituída pelo processo de organização mental.

Humanista

A principal marca da Psicologia Humanista é considerar o indivíduo como um todo, como um ser único, pensante, composto por razão e emoção, sempre em busca de autorrealização. Uma visão oposta ao behaveorismo, por exemplo, que presume que o ser humano é condicionado ao mundo externo. 

Junguiana

A Psicologia Junguiana ou Psicologia Analítica, se baseia nos estudos de Carl Gustav Jung, que tentava compreender a mente humana e as experiências pessoais dos indivíduos. Nesse caso, o terapeuta busca entender o paciente de maneira simbólica, o que ajuda a pessoa a compreender a si mesma e a sua inserção no mundo a seu redor. 

Como a psicologia pode te ajudar?

O psicólogo pode te ajudar a compreender melhor a si mesmo, suas emoções, sentimentos, comportamentos e a trabalhar seus problemas, te ajudando a melhorar a sua qualidade de vida. 

Por meio de métodos cientificamente comprovados, esse profissional irá te guiar por um caminho de desenvolvimento pessoal, te auxiliando a desenvolver hábitos mais saudáveis e eficazes. 

Na prática, o processo envolve um diálogo direcionado entre o paciente e o psicólogo, em um ambiente de escuta qualificada, onde o paciente tem total liberdade para se expressar, um espaço livre de julgamentos e preconceitos. 

O objetivo é identificar padrões comportamentais e mentais que precisam ser modificados para que o paciente torne-se capaz de lidar com suas dificuldades e vencer seus desafios. 

Quando procurar um psicólogo?

Existem vários motivos para procurar uma consulta psicológica, enumeramos os mais comuns abaixo: 

  • Depressão 
  • Transtornos de ansiedade
  • Irritabilidade em excesso
  • Traumas 
  • Insônia 
  • Doenças crônicas que influenciam o emocional 
  • Dificuldades no relacionamento 
  • Questões relacionadas ao crescimento profissional e pessoal
  • Situação de divórcio
  • Perda de entes queridos 
  • Sobrecarga no trabalho
  • Sensação de desamparo 
  • Dificuldades de concentração ou aprendizagem
  • Preocupações excessivas
  • Consumo excessivo de álcool, uso de drogas e agressividade

Muitas pessoas procuram o psicólogo em busca de autoconhecimento, situação onde esse tipo de orientação é muita indicada. 

Talvez você não saiba qual o seu problema, mas deseja de alguma forma melhorar a sua qualidade de vida, certamente esses profissionais podem te ajudar também nesse sentido. 

Como escolher um psicólogo?

Essa é uma questão bastante pessoal, para te ajudar, listamos alguns aspectos que devem ser analisados: 

  • Que gêneros e faixa etária o profissional atende?
  • Quanto tempo tem de experiência na prática da psicoterapia?
  • Qual a abordagem utilizada?
  • Ele tem experiência em tratar o tipo de problema que você apresenta?
  • Quais são os valores das consultas e política de pagamento?
  • Procure também algumas referências, com a internet isso se tornou ainda mais fácil. 

Após essa análise inicial, uma primeira conversa pode ser o que faltava para sua decisão. Veja se há empatia entre vocês, se o profissional passou confiança, se você conseguiu se sentir a vontade, o que é essencial em um atendimento psicológico.

De qualquer forma, as primeiras consultas são de alinhamento e construção de confiança, não se preocupe. 

Não há vergonha em precisar desse tipo de ajuda, na verdade, essa pode ser a chave para que você descubra e desate o seu potencial. 

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quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Frittata de batata doce

Na receita de hoje, juntei batata doce (já contei seus benefícios AQUI), ovos e temperos variados para fazer essa deliciosa frittata. Ela pode ser consumida pura, acompanhada de grelhados ou salada, e pode ser preparada com legumes, queijos, carnes, etc. Cai bem tanto no almoço, jantar, pós treino e até café da manhã.

Quem vai fazer? 🙂

Imagem: Shutterstock

Fritatta de batata doce
    Ingredientes
    Instruções de preparação
    1. Bata bem os ovos, tempere com sal e pimenta do reino, acrescente o queijão parmesão e reserve.
    2. Em uma frigideira antiaderente de bordas altas, refogue a cebola e cenoura no azeite. Acrescente as batatas e o cheiro verde e disponha por toda a frigideira.
    3. Despeje o preparado de ovo por toda frigideira e cozinhe em fogo baixo, sem mexer, até que os ovos estejam cozidos. Vire do outro lado, para dourar. Sirva quente.
    Notas da Receita

    Qualquer troca de ingrediente alterará a receita original e as calorias. É preciso testar e adaptar sua quantidade.

     



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